DO QUE SE TRATA O OUT-OF-HOME?

Calma! A tradução literal pode parecer estranha, mas até que ela explica bem o significado do out-of-home. Ainda assim, não vamos nos ater a isso agora.

O que queremos chamar a atenção nesta introdução é que, por muito tempo, a mídia exterior foi e ainda é vista por aí como um meio que pouco evoluiu (ou que não se reinventou).

Nesse período, tanto a TV quanto a internet passaram a chamar mais a atenção dos anunciantes, das agências e da audiência como um todo.

E isso talvez até ajude a explicar esse “desconhecimento” sobre o Out-of-Home.

Mas a verdade é que essa mídia mudou bastante — e para melhor. Seu desenvolvimento chegou ao ponto de trazer formatos inovadores, mais tecnologia e o investimento de grandes anunciantes.

Então, bora tratar de dar uma verdadeira aula sobre o OOH para você não ter mais dúvidas sobre o potencial desse meio.

Do que se trata o Out-of-Home?

1.1 Tradicionais sim. Off nem tanto

O Out-of-Home (OOH), mídia exterior ou mídia externa, é o conjunto de meios de comunicação que impactam as pessoas quando elas não estão em casa, mas não necessariamente quando estão na rua. Outdoor, relógio de rua, monitores em elevadores e mídia em metrô são alguns exemplos de categorias e formatos.

Todos esses painéis aí são apenas uma das categorias de OOH

A mídia externa pode ser considerada uma das categorias de Out-of-Home. Ela abrange qualquer peça localizada em espaço público aberto, como outdoors, pontos de ônibus e bancas de jornal.

Só que existem outras categorias de OOH, como a mídia indoor, a 
mídia alternativa e a mídia em trânsito. Vamos trazer alguns exemplos de cada:

Mídia indoor/interna: são todos os espaços localizados em espaços públicos fechados/cobertos, como as mídias em metrô, elevadores, shoppings e aeroportos;

Mídia alternativa: são mídias feitas em espaços não convencionais, como personalização e adesivação de barcos, aviões, porta-copos e sacolas;

Mídia em trânsito: são os formatos usados em transportes públicos e privados, como o busdoor, backbus, taxidoor e adesivação de ônibus.

Agora, ficou mais fácil de entender que as pessoas podem estar na rua, em uma estação de metrô ou no shopping para serem expostas ao OOH, né?

Mas lembre-se: nunca dentro de casa! 
Ali, é o espaço para TV, internet…

O QUE É O DIGITAL OUT-OF-HOME?

O Digital Out-of-Home (DOOH) é uma dos tipos de Out-of-Home. São formatos que vão além das peças estáticas e invariáveis. Os formatos digitais são compostos por telas que podem apresentar vídeos, gifs e conteúdos dinâmicos (aqueles condicionados ao clima, horário ou até mesmo aos movimentos de pessoas e objetos — captados por sensores). Monitores em elevadores, totens digitais nas ruas e painéis de LED são alguns dos exemplos de mídia DOOH.

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MÍDIAS
E FORMATOS DO OOH?

Neste tópico, listaremos todos os nossos guias com os formatos já abordados em nosso blog. Em cada texto, você terá uma noção mais apurada sobre os exemplos de mídia OOH:

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QUAIS SÃO OS PONTOS FORTES DA MÍDIA EXTERIOR?

AUDIÊNCIA EM MASSA

Com forte presença nos centros urbanos, o Out-of-Home é, por si só, uma mídia de massa. Em um mesmo local, milhares ou até mesmo milhões de pessoas podem circular todos os dias, sendo impactadas por todos os tipos de publicidade em seus trajetos.


TANGIBILIDADE

As mídias OOH possuem a capacidade de aproximar os anunciantes do público.
 O impacto é mais perceptível e até mais tangível, pois as peças fazem parte do mundo real.

Para as marcas mais presentes no digital, o Out-of-Home representa uma boa oportunidade para se conectar com seus consumidores também nos ambientes físicos. Nós falamos sobre isso no artigo 
O papel dos gigantes tecnológicos no aprimoramento do OOH
.

linhas atendidas pelas empresas de transporte e a quantidade de ônibus.

Enfim, as configurações de segmentação vão variar de acordo com cada formato. Em alguns casos, o anunciante poderá comprar apenas uma face (um ponto de mídia) ou um pacote. Isso dependerá muito de com quem e como será feita a negociação.

De todo modo, vale frisar que 
essa regionalização é muito benéfica para empresas menores e com atuação mais focada em um bairro ou cidade.


ENGAJAMENTO NA INTERNET

Os dados móveis permitiram que as pessoas pudessem se manter conectadas enquanto estão na rua. Até aí, não há nada demais, né?

Só 
que esse é um fator importante para integrar as campanhas de OOH com a internet. Afinal, as pessoas podem fotografar e compartilhar imagens dos anúncios nas redes sociais, acessar o site, buscar a marca no Google, baixar o aplicativo da empresa, etc.

No Reino Unido, uma 
pesquisa da Outsmart mostrou um dado interessante sobre esse tipo de interação. Os jovens entre 16 e 24 anos são 140% mais propensos a fazer alguma ação em seus smartphones com uma marca após serem expostos a ela em um anúncio de OOH.

Isso nos dá uma boa ideia da influência que esse tipo de mídia pode exercer e até onde ela pode chegar, superando as fronteiras entre o físico e o virtual. 



CUSTO-BENEFÍCIO

O Out-of-Home é uma mídia que pode gerar um ROI de 497%. De acordo com uma entrevista publicada na Forbes, para cada dólar investido em OOH, US$ 5,97 retornam como receitas.

Isso muito se explica pela 
relação custo x alcance x frequência
. Por exemplo, locar um circuito de abrigos de ônibus no centro de uma grande cidade se torna mais barato do que um anúncio na TV. Afinal, trata-se de uma peça que será exposta continuamente por 1 semana sem qualquer tipo de interrupção — ao mesmo tempo que atinge uma audiência em massa.

COMO A TECNOLOGIA TRANSFORMA

Por que colocar um anúncio de mídia exterior no ar não pode ser simples como na internet?

É para responder perguntas como essa que a tecnologia tem se feito mais presente em diversos processos de uma campanha offline.

Desde o planejamento de cada anúncio até a compra de espaços, vemos a transformação digital ocorrer em tarefas como:

- Uso de sensores e câmeras nos espaços publicitários. Tecnologias como Wi-Fi, Bluetooth e dispositivos que detectam movimentos estão sendo usados para monitorar não só a quantidade de pessoas, como coletar suas informações de redes sociais (de forma anonimizada e somente quando essas pessoas estão logadas em seus perfis).

- Curadoria e catalogação de espaços em mapas e catálogos digitais. Para anunciantes e agências que buscam anunciar em mais de um formato ou cidade, é legal contar com um parceiro que centralize esse banco de dados;

- Segmentação baseada em geolocalização e dados de redes sociais. 
Isso possibilita que as empresas possam criar segmentações para o OOH da mesma forma que definiriam para anúncios no Facebook Ads, por exemplo;

- Criação e veiculação de conteúdo dinâmico. Tratam-se de peças que variam de acordo com as condições climáticas de um local ou em função de um resultado de um jogo de futebol. Isso só é possível, no entanto, no Digital Out-of-Home, como em painéis de led;

- Compra e venda programática de espaços. Esse tipo de negociação promove a autonomia quase que completa do cliente que quer anunciar em OOH.  Nesse modelo, todo o inventário de um ou mais veículos fica
disponível em um mapa ou em um catálogo digital.  A operação seria como de um e-commerce, onde o cliente compra uma ou mais telas com preços predefinidos a partir de suas preferências de campanha;

O QUE PODEMOS ESPERAR PARA O

A tecnologia e a transformação digital estão mais presentes do que nunca nesse mercado. Suas ferramentas e práticas estão tratando de eliminar, aos poucos, as fraquezas e as desconfianças da fazer uma campanha de Out-of-Home. Isso sem contar a crescente urbanização das cidades.

Somente no Brasil, a expectativa, de acordo com a 
ONU, é de que tenhamos uma taxa de ocupação urbana superior a 93%.

Com mais gente para consumir essas mídias e mais inteligência de 

Out-of-Home? Publicidade fora de casa? Que tipo de mídia é essa?

O Out-of-Home (OOH), mídia exterior ou mídia externa, é o conjunto de meios de comunicação que impactam as pessoas quando elas não estão em casa, mas não necessariamente quando estão na rua. Outdoor, relógio de rua, monitores em elevadores e mídia em metrô são alguns exemplos de categorias e formatos.

O QUE  É
O DIGITAL
OUT-OF-HOME?

O Digital Out-of-Home (DOOH) é uma dos tipos de Out-of-Home. São formatos que vão além das peças estáticas e invariáveis. Os formatos digitais são compostos por telas que podem apresentar vídeos, gifs e conteúdos dinâmicos (aqueles condicionados ao clima, horário ou até mesmo aos movimentos de pessoas e objetos — captados por sensores).

Monitores em elevadores, totens digitais nas ruas e painéis de LED são alguns dos exemplos de mídia DOOH.

Quais são as principais mídias e formatos do OOH?

Neste tópico, listaremos todos os nossos guias com os formatos já abordados em nosso blog. Em cada texto, você terá uma noção mais apurada sobre os exemplos de mídia OOH:

QUAIS SÃO OS PONTOS FORTES DA MÍDIA EXTERIOR?

AUDIÊNCIA EM MASSA

Com forte presença nos centros urbanos, o Out-of-Home é, por si só, uma mídia de massa. Em um mesmo local, milhares ou até mesmo milhões de pessoas podem circular todos os dias, sendo impactadas por todos os tipos de publicidade em seus trajetos.


TANGIBILIDADE

As mídias OOH possuem a capacidade de aproximar os anunciantes do público.
 O impacto é mais perceptível e até mais tangível, pois as peças fazem parte do mundo real.

Para as marcas mais presentes no digital, o Out-of-Home representa uma boa oportunidade para se conectar com seus consumidores também nos ambientes físicos. Nós falamos sobre isso no artigo
 O papel dos gigantes tecnológicos no aprimoramento do OOH.

COM0 A TECNOLOGIA TRANSFORMA AS
CAMPAMJAS DE OOH?

Por que colocar um anúncio de mídia exterior no ar não pode ser simples como na internet?

É para responder perguntas como essa que a tecnologia tem se feito mais presente em diversos processos de uma campanha offline.

Desde o planejamento de cada anúncio até a compra de espaços, vemos a transformação digital ocorrer em tarefas como:

- Curadoria e catalogação de espaços em mapas e catálogos digitais. Para anunciantes e agências que buscam anunciar em mais de um formato ou cidade, é legal contar com um parceiro que centralize esse banco de dados;

- Segmentação baseada em geolocalização e dados de redes sociais. 
Isso possibilita que as empresas possam criar segmentações para o OOH da mesma forma que definiriam para anúncios no Facebook Ads, por exemplo;

- Criação e veiculação de conteúdo dinâmico. Tratam-se de peças que variam de acordo com as condições climáticas de um local ou em função de um resultado de um jogo de futebol. Isso só é possível, no entanto, no Digital Out-of-Home, como em painéis de led;

- Compra e venda programática de espaços. Esse tipo de negociação promove a autonomia quase que completa do cliente que quer anunciar em OOH.  Nesse modelo, todo o inventário de um ou mais veículos fica
disponível em um mapa ou em um catálogo digital.  A operação seria como de um e-commerce, onde o cliente compra uma ou mais telas com preços predefinidos a partir de suas preferências de campanha;

- Uso de sensores e câmeras nos espaços publicitários. Tecnologias como Wi-Fi, Bluetooth e dispositivos que detectam movimentos estão sendo usados para monitorar não só a quantidade de pessoas, como coletar suas informações de redes sociais (de forma anonimizada e somente quando essas pessoas estão logadas em seus perfis).

O QUE PODEMOS ESPERAR PARA O FUTURO DO OUT-OF-HOME?

A tecnologia e a transformação digital estão mais presentes do que nunca nesse mercado. Suas ferramentas e práticas estão tratando de eliminar, aos poucos, as fraquezas e as desconfianças da fazer uma campanha de Out-of-Home. Isso sem contar a crescente urbanização das cidades.

Somente no Brasil, a expectativa, de acordo com a ONU, é de que tenhamos uma taxa de ocupação urbana superior a 93%.

Com mais gente para consumir essas mídias e mais inteligência de dados a serviço de anunciantes e agências, a evolução desse meio é notória.

Só em 2020, por exemplo, a expectativa é de que seu investimento global chegue a 38 bilhões de dólares.

Enfim, acreditar que o OOH ainda é um conjunto de mídias arcaico é apenas uma questão de teimosia, pois a informação está aí para ajudar a entender o seu novo cenário.

SEGMENTAÇÃO REGIONAL

O Out-of-Home também permite a escolha de pontos de acordo com sua localização e proximidade com um determinado público-alvo.

Para quem quer anunciar em metrô, é possível escolher as estações e linhas disponíveis.

Para as empresas que querem anunciar em relógios de rua, é viável a escolha por bairros ou roteiros.

Para anunciantes que querem fazer busdoor, eles podem escolher as

E SEUS PONTOS FRACOS?

DIFICULDADE PARA ESCALAR O TRABALHO EM CAMPANHAS MAIORES

Executar um único anúncio já não é algo tão simples. Dá um trabalhão ter que lidar com o veículo, uma gráfica e uma agência para criar a campanha.

Agora, imagine que tudo isso pode se multiplicar à medida que mais pontos, formatos e praças são contratadas. O trabalho todo se torna pouco escalável, pois o esforço e o tempo demandado para gerenciar tudo isso cresce na mesma proporção da campanha.

Mas nem sempre isso acontece, principalmente quando bons parceiros são escolhidos. Há alternativas no mercado,
 
como plataformas de planejamento, compra e execução, que digitalizam e centralizam todos esses processos mais burocráticos.

MENSURAR SEUS RESULTADOS

Essa é uma dificuldade clássica do Out-of-Home. Metrificar uma campanha não é como no digital, onde você pode ir no Google Ads, no Google Analytics ou na página de informações do Facebook.

As respostas não são automáticas e dificilmente o anunciante recebe, em tempo real, quantas pessoas viram o anúncio, sua taxa de conversão, entre outros indicadores.

Com a maior participação da tecnologia nos processos de uma campanha de OOH, já é possível levantar dados mais realistas.

Por meio de sensores, geolocalização e engajamento com o mobile, algumas das métricas de engajamento e impacto começam a ser coletadas.

No mais, ainda existem muitas métricas retiradas a partir de pesquisas e cálculos menos automatizados.

Você pode saber mais sobre esse assunto em nosso artigo sobre Métricas Assertivas no Out-of-Home.

AS CAMPANHAS DE OOH?

Isso porque nem entramos no mérito da digitalização dos veículos e do uso de realidade virtual e aumentada nas campanhas. Para você ter uma melhor ideia do que estamos falando, se liga nesse vídeo com os exemplos de alguns anúncios criativos:

Enfim, esses e outros processos que sofreram intervenções de ferramentas tecnológicas visam eliminar o excesso de trabalho manual, automatizar tarefas e tornar a produção das campanhas em algo mais escalável.

FUTURO DO OUT-OF-HOME?

dados a serviço de anunciantes e agências, a evolução desse meio é notória.

Só em 2020, por exemplo, a expectativa é de que seu 
investimento global chegue a 38 bilhões de dólares.

Enfim, acreditar que o OOH ainda é um conjunto de mídias arcaico é apenas uma questão de teimosia, pois a informação está aí para ajudar a entender o seu novo cenário.

Out-of-Home? Publicidade fora de 

casa? Que tipo de mídia é essa?

NOALVO

Anuncie em out-of-home de forma estratégica, com foco em resultados e maior rentabilidade sobre o seu investimento.

ANUNCIE EM
OU T-OF-HOME

Anuncie em out-of-home de forma estratégica, com foco em resultados e maior rentabilidade sobre o seu investimento.

ANUNCIE EM OUT-OF-HOME

Para anunciar, fale com a gente no chat

Calma! A tradução literal pode parecer estranha, mas até que ela explica bem o significado do out-of-home. Ainda assim, não vamos nos ater a isso agora.

O que queremos chamar a atenção nesta introdução é que, por muito tempo, a mídia exterior foi e ainda é vista por aí como um meio que pouco evoluiu (ou que não se reinventou).

Nesse período, tanto a TV quanto a internet passaram a chamar mais a atenção dos anunciantes, das agências e da audiência como um todo.

E isso talvez até ajude a explicar esse “desconhecimento” sobre o Out-of-Home.

Mas a verdade é que essa mídia mudou bastante — e para melhor. Seu desenvolvimento chegou ao ponto de trazer formatos inovadores, mais tecnologia e o investimento de grandes anunciantes.

Então, bora tratar de dar uma verdadeira aula sobre o OOH para você não ter mais dúvidas sobre o potencial desse meio.

Todos esses painéis aí são apenas uma das categorias de OOH

A mídia externa pode ser considerada uma das categorias de Out-of-Home. Ela abrange qualquer peça localizada em espaço público aberto, como outdoors, pontos de ônibus e bancas de jornal.

Só que existem outras categorias de OOH, como a mídia indoor, a mídia alternativa e a mídia em trânsito. Vamos trazer alguns exemplos de cada:

Mídia indoor/interna: são todos os espaços localizados em espaços públicos fechados/cobertos, como as mídias em metrô, elevadores, shoppings e aeroportos;

Mídia alternativa: são mídias feitas em espaços não convencionais, como personalização e adesivação de barcos, aviões, porta-copos e sacolas;

Mídia em trânsito: são os formatos usados em transportes públicos e privados, como o busdoor, backbus, taxidoor e adesivação de ônibus.

Agora, ficou mais fácil de entender que as pessoas podem estar na rua, em uma estação de metrô ou no shopping para serem expostas ao OOH, né?

Mas lembre-se: nunca dentro de casa! Ali, é o espaço para TV, internet…

Exemplo de mídia alternativa em pia de banheiro | Fonte: Google

SEGMENTAÇÃO REGIONAL

O Out-of-Home também permite a escolha de pontos de acordo com sua localização e proximidade com um determinado público-alvo.

Para quem quer anunciar em metrô, é possível escolher as estações e linhas disponíveis.

Para as empresas que querem anunciar em relógios de rua, é viável a escolha por bairros ou roteiros.

Para anunciantes que querem fazer busdoor, eles podem escolher as linhas atendidas pelas empresas de transporte e a quantidade de ônibus.

Enfim, as configurações de segmentação vão variar de acordo com cada formato. Em alguns casos, o anunciante poderá comprar apenas uma face (um ponto de mídia) ou um pacote. Isso dependerá muito de com quem e como será feita a negociação.

De todo modo, vale frisar que 
essa regionalização é muito benéfica para empresas menores e com atuação mais focada em um bairro ou cidade.


ENGAJAMENTO NA INTERNET

Os dados móveis permitiram que as pessoas pudessem se manter conectadas enquanto estão na rua. Até aí, não há nada demais, né?

Só 
que esse é um fator importante para integrar as campanhas de OOH com a internet. Afinal, as pessoas podem fotografar e compartilhar imagens dos anúncios nas redes sociais, acessar o site, buscar a marca no Google, baixar o aplicativo da empresa, etc.


No Reino Unido, uma pesquisa da Outsmart mostrou um dado interessante sobre esse tipo de interação. Os jovens entre 16 e 24 anos são 140% mais propensos a fazer alguma ação em seus smartphones com uma marca após serem expostos a ela em um anúncio de OOH.

Isso nos dá uma boa ideia da influência que esse tipo de mídia pode exercer e até onde ela pode chegar, superando as fronteiras entre o físico e o virtual. 



CUSTO-BENEFÍCIO

O Out-of-Home é uma mídia que pode gerar um ROI de 497%. De acordo com uma entrevista publicada na Forbes, para cada dólar investido em OOH, US$ 5,97 retornam como receitas.

Isso muito se explica pela 
relação custo x alcance x frequência. Por exemplo, locar um circuito de abrigos de ônibus no centro de uma grande cidade se torna mais barato do que um anúncio na TV. Afinal, trata-se de uma peça que será exposta continuamente por 1 semana sem qualquer tipo de interrupção — ao mesmo tempo que atinge uma audiência em massa.

QUAIS SÃO OS PONTOS FORTES DA MÍDIA EXTERIOR?

DIFICULDADE PARA ESCALAR O TRABALHO EM CAMPANHAS MAIORES

Executar um único anúncio já não é algo tão simples. Dá um trabalhão ter que lidar com o veículo, uma gráfica e uma agência para criar a campanha.

Agora, imagine que tudo isso pode se multiplicar à medida que mais pontos, formatos e praças são contratadas. O trabalho todo se torna pouco escalável, pois o esforço e o tempo demandado para gerenciar tudo isso cresce na mesma proporção da campanha.

Mas nem sempre isso acontece, principalmente quando bons parceiros são escolhidos. Há alternativas no mercado,
 como plataformas de planejamento, compra e execução, que digitalizam e centralizam todos esses processos mais burocráticos.

MENSURAR SEUS RESULTADOS

Essa é uma dificuldade clássica do Out-of-Home. Metrificar uma campanha não é como no digital, onde você pode ir no Google Ads, no Google Analytics ou na página de informações do Facebook.

As respostas não são automáticas e dificilmente o anunciante recebe, em tempo real, quantas pessoas viram o anúncio, sua taxa de conversão, entre outros indicadores.

Com a maior participação da tecnologia nos processos de uma campanha de OOH, já é possível levantar dados mais realistas.

Por meio de sensores, geolocalização e engajamento com o mobile, algumas das métricas de engajamento e impacto começam a ser coletadas.

No mais, ainda existem muitas métricas retiradas a partir de pesquisas e cálculos menos automatizados.

Você pode saber mais sobre esse assunto em nosso artigo sobre Métricas Assertivas no Out-of-Home.

Isso porque nem entramos no mérito da digitalização dos veículos e do uso de realidade virtual e aumentada nas campanhas. Para você ter uma melhor ideia do que estamos falando, se liga nesse vídeo com os exemplos de alguns anúncios criativos:

Enfim, esses e outros processos que sofreram intervenções de ferramentas tecnológicas visam eliminar o excesso de trabalho manual, automatizar tarefas e tornar a produção das campanhas em algo mais escalável.

Exemplo de mídia alternativa em pia de banheiro | Fonte: Google